Liveblogging do Oscar
As nossas credenciais atrasaram! Não é por isso que ficaríamos sem comentar o Oscar 2010. Telacast + Convidados Especiais, do tapete vermelho à última premiação. Venha rir conosco de todas as piadas de Alec Baldwin e Steve Martin [quem quer apostar como vão fazer piada com It's Complicated? - hahahaha].
Oscar 2010: Coraline e o Mundo Secreto
O filme foi baseado no livro de Neil Gaiman e conta a história de uma menina que anda infeliz, pois mudou de casa e seus pais não lhe dão atenção. De repente ela encontra uma porta secreta que dá acesso a um mundo onde tudo é muito maravilhoso, do jeito que ela sempre sonhou. O preço por toda essa felicidade? A sua própria vida. Mas ao perceber isso, já é tarde demais e para vencer este problema ela tem que derrotar a vilã da história, uma bruxa malvada que engana criancinhas infelizes.
Poucas linhas para descrever um filme tão rico em roteiro, direção e arte.
Ao contrário de "A princesa e o sapo", que comentei outro dia, em Coraline sobram elogios aos personagens secundários. Todos com sua medida de importância e bom aproveitamento. Por mais que eles não apareçam todas as horas, eles marcam nossas lembranças como por exemplo o Sr. B, as atrizes que moram logo embaixo, o possível melhor amigo de Coraline, os pais da personagem principal e, claro, o gatinho preto que fiquei morrendo de vontade de ter um.
A direção é bastante meticulosa, detalhista e alguns movimentos de câmera chegam a intensificar os momentos de tensão do filme. O roteiro é tão bem trabalhado quanto todo o resto de "Coraline". E a arte em si, não preciso nem falar. Totalmente gravado em stop motion você não consegue perceber, pelo menos não no primeiro momento, nenhum defeito. Sabe como aquela sua coleção de selos, figurinhas, carrinhos, bonecos de star wars, ou seja lá o que for, ficam bem guardadinhas e perfeitas? Parece que tiveram o mesmo cuidado com este filme. Ele é tão bem realizado que dá gosto assistir.Tudo está impecável aos olhos de qualquer pessoa, cinéfilo ou não.
Para não me alongar só queria dizer que há muito tempo eu queria ver este filme, mas fui adiando, não sei bem o porquê. O bom é que hoje posso dizer a máxima clichê: antes tarde do que nunca! Quem ainda não viu o filme tá perdendo 1h e 40 minutos de brilhantismo. Sei que a experiência nos cinemas seria muito melhor, mas como deixei passar, só posso dizer que é imperdível.
Coraline une o que há de melhor em roteiro (algo muito importante para esta pessoa que vos escreve) e direção de arte. Não se enganem, não é apenas uma historinha infantil. Ao contrário, quem nunca se deixou levar pelas facilidades da vida e lá na frente quebrou a cara?
Dos filmes indicados ao Oscar de melhor animação já asssiti este, A princesa e o sapo e UP. Definitivamente Coraline merece o Oscar, mesmo sabendo que vai ser difícil levar, mas é o que mais merece. Porém, irei terminar de asssitir os indicados a animação e posso mudar de ideia, afinal temos The secret of kells e o Fantástico Sr. Raposo que também estão bem cotados pela crítica especializada.
Deixo vocês neste finalzinho de semana com o trailer do filme e com um apelo: Assistam Coraline! Vocês merecem!
Poucas linhas para descrever um filme tão rico em roteiro, direção e arte.
Ao contrário de "A princesa e o sapo", que comentei outro dia, em Coraline sobram elogios aos personagens secundários. Todos com sua medida de importância e bom aproveitamento. Por mais que eles não apareçam todas as horas, eles marcam nossas lembranças como por exemplo o Sr. B, as atrizes que moram logo embaixo, o possível melhor amigo de Coraline, os pais da personagem principal e, claro, o gatinho preto que fiquei morrendo de vontade de ter um.
A direção é bastante meticulosa, detalhista e alguns movimentos de câmera chegam a intensificar os momentos de tensão do filme. O roteiro é tão bem trabalhado quanto todo o resto de "Coraline". E a arte em si, não preciso nem falar. Totalmente gravado em stop motion você não consegue perceber, pelo menos não no primeiro momento, nenhum defeito. Sabe como aquela sua coleção de selos, figurinhas, carrinhos, bonecos de star wars, ou seja lá o que for, ficam bem guardadinhas e perfeitas? Parece que tiveram o mesmo cuidado com este filme. Ele é tão bem realizado que dá gosto assistir.Tudo está impecável aos olhos de qualquer pessoa, cinéfilo ou não.
Para não me alongar só queria dizer que há muito tempo eu queria ver este filme, mas fui adiando, não sei bem o porquê. O bom é que hoje posso dizer a máxima clichê: antes tarde do que nunca! Quem ainda não viu o filme tá perdendo 1h e 40 minutos de brilhantismo. Sei que a experiência nos cinemas seria muito melhor, mas como deixei passar, só posso dizer que é imperdível.
Coraline une o que há de melhor em roteiro (algo muito importante para esta pessoa que vos escreve) e direção de arte. Não se enganem, não é apenas uma historinha infantil. Ao contrário, quem nunca se deixou levar pelas facilidades da vida e lá na frente quebrou a cara?
Dos filmes indicados ao Oscar de melhor animação já asssiti este, A princesa e o sapo e UP. Definitivamente Coraline merece o Oscar, mesmo sabendo que vai ser difícil levar, mas é o que mais merece. Porém, irei terminar de asssitir os indicados a animação e posso mudar de ideia, afinal temos The secret of kells e o Fantástico Sr. Raposo que também estão bem cotados pela crítica especializada.
Deixo vocês neste finalzinho de semana com o trailer do filme e com um apelo: Assistam Coraline! Vocês merecem!
Oscar 2010: A Princesa e o Sapo
O filme A Princesa e o Sapo é o mais recente trabalho da Disney no mundo da animação em 2D e que concorre à melhor animação e canção original do Oscar deste ano.
Com o advento das novas tecnologias a Disney meio que se rendeu aos desenhos feitos em computação gráfica e os clássicos foram mudando não só de formato, mas também de conteúdo. Nos últimos anos vimos muito mais filmes engraçadinhos e com toques de humor do que os antigos contos de fadas como Cinderela, A Bela Adormecida, Branca de Neve e tantos outros que embalaram a infância de muita gente. Não só das meninas, tenho certeza. E foi apostando na volta a este tipo de história que a Disney trouxe, principalmente, para os adultos, acredito eu, uma história romântica com alguns toques de modernidade. Poucos mesmo, vale salientar.
A diferença deste conto de fadas está na personagem central que não é a pobre coitadinha e frágil que vemos nos contos citados acima. Tiana é uma mulher forte, batalhadora e que tem como principal meta o sucesso profissional. Com o desenrolar da história ela acaba percebendo que o amor é mais importante do que qualquer coisa, mas não é só ela quem percebe isso. O príncipe também segue a mesma linha. Ele é um boêmio, digamos assim, que acaba sendo salvo pela garçonete Tiana, pelo amor que ele passa a ter por ela. Ou seja, aqui não é o príncipe montado em seu cavalo branco que salva a história, mas o reconhecimento pelos dois personagens principais que o amor vale mais do que os seus desejos pessoais.
Temos também os personagens secundários que não são tão fortes, mas são interessantes, à sua maneira. Especialmente o vaga-lume apaixonado por uma estrela e a melhor amiga de Tiana que é rica e, apesar do que eu esperava, "cedeu" o príncipe à amiga. Já o jacaré, que não lembro mais o nome, e a feiticeira do pântanos são engraçadinhos mas sem muito impacto no filme.
Porém o forte do longa não é a história água com açúcar que estamos acostumados a ver (acho que é assim o ditado, né? Sou péssima pra essas coisas). O que mais gostei foi a trilha sonora embalada pelo jazz de Nova Orleans. As músicas saem um pouco daquela coisa melosa que a Disney adora (e eu não) e coloca umas musiquinhas bem legais. Detalhe: a parte dos musicais foi bem fraquinha, as músicas mais interessantes são as trilhas incidentais que ocorrem durante toda a projeção.
Outro ponto bastante positivo é o cenário. Nova Orleans consegue ser o local ideal para toda aquela magia acontecer. As cenas no pântano e com os espíritos do Vodu são espetaculares. Isso me faz lembrar do "bruxo" da história que é, na verdade, um feiticeiro que mexe com magia negra. Algo bem típico daquela região, assim como o sotaque dos personagens que foi muito divertido de ouvir. Não sei como é a versão dublada, mas com certeza deve estragar metade da graça do filme.
Acabei me alongando, mas fica o recado: A Disney voltou pra mostrar que ainda sabe trazer a magia das histórias infantis para as telas de cinema. Quem ainda não viu, por favor, veja. Não esperem uma obra-prima, mas uma história leve que nos faz recordar os antigos contos de fadas, só que agora ambientado em uma cidade linda e encantada.
Trailer do filme:
Podcast 64: Indicados ao Oscar 2010 - Guerra ao Terror e A Teta Assustada
O primeiro é ambientado na guerra do Iraque e mostra o cotidiano de um esquadrão anti-bombas. Concorre ao oscar de melhor filme, além de melhor direção para Kathryn Bigelow, melhor ator, edição, fotografia, som, roteiro original, trilha sonora e edição de som.
Já o segundo filme comentado por nossos podcasters foi o peruano A Teta Assustada que concorre a melhor filme estrangeiro.
Duração: 23 minutos
Tamanho: 19 MB
Download:
O link para ouvir é este aqui e também serve para download, basta clicar com o botão direito e logo após em Salvar Como. Para ouvir você também tem a opção do player que aparece do lado direito desta página.
Para seguir este podcast você pode assinar o nosso feed, clicando aqui. Lembrando que não precisa ter iTunes para isso, ok?
Trailer de Guerra ao Terror:
Trailer de A Teta Assustada:
Bjs e até a próxima semana!
*Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/telacast.
Podcast 60: Invictus e Oscar 2010
Olá
É isso mesmo! Estamos no podcast 60! Vocês devem se perguntar, e onde está o 59? Bem, ele fugiu de casa e esperemos que ele retorne na próxima semana.
Neste programa falaremos sobre o novo filme do Clint Eastwood: Invictus, estrelado por Morgan Freeman e com a participação como coadjuvante do Matt Damon.
O filme faz uma homenagem ao líder sul africano Nelson Mandela, mostrando uma das estratégias utilizadas pelo ex-presidente para unir a população recém-liberta das sombras do aparthaid.
Podcast 60 - INFORMAÇÕES ADICIONAIS:
Duração: 29 minutos
Tamanho: 27 MB
Download:
O link para download é este aqui. Pra ouvir basta clicar no player que aparece do lado direito desta página ou clicar aqui.
Para seguir este podcast você pode assinar o nosso feed, clicando aqui. Lembrando que não precisa ter iTunes para isso, ok?
Bjs e até a próxima semana!
*Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/telacast.
Trailer do Filme:
O Casamento de Rachel
Apesar do nome, não é uma comédia romântica. O nome traz uma doce surpresa porém não espere um filme meloso, as surpresas começam pela protagonista que não é a Rachel (Rosemarie Dewitt), e sim sua problemática irmã Kim (Anne Hathaway), que vem para casa recém saída de uma clínica de reabilitação para alcoólatras.Uma jovem que traz traumas oriundos do seu “Amy life-style”. A Trama é uma mistura de momentos ternos, momentos tensos o que nós faz flutuar em nossas impressões sobre a Kim. Em segundos a amamos e em outros a odiamos e tudo isso é possível pela fenomenal interpretação da Anne e como não levantar a bandeira “eu queria que a Anne Hathaway tivesse ganho o Oscar 2009?” Pois é, e para o desespero de algumas coleguinhas, aos 30 minutos de filme eu já tinha certeza: ela merecia o Oscar. O diretor Jonathan Demme (O Silêncio dos Inocentes, Filadélfia), inovou, ousou e nos agraciou com planos inusitados, que deram certo e criaram um clima intimista, nos fez parte dessa família, sensível, intensa e por muitas vezes hilária. E não podemos deixar de comentar a multiculturalidade. O noivo é negro, o casamento traz elementos de no mínimo 4 culturas... e nada disso é abordado com alarde. Tudo é muito natural como deveria ser sempre.
Se não ganhou Oscar, ganha aqui no Telacast o Troféu Joinha!
Vale a pena conferir.
Beijokas,
Débs.
=)
Vale a pena conferir.
Beijokas,
Débs.
=)
Quartas do Escurinho - Especial Oscar 2009

Olá Pessoal,
Sei que já é quinta-feira, mas a vida é assim mesmo, rsrs. Programei assistir o filme quando chegasse do trabalho, mas acontece que acabei chegando bem mais tarde do que pensava, então acabou saindo atrasado o nosso post da quarta-feira.
Nós do Telacast, iremos fazer maratona Oscar 2009 e colocaremos posts especiais sobre alguns dos filmes que estão concorrendo, então preparem-se, vem muita informação por aí até o dia da premiação, 22 de fevereiro.

ATENÇÃO! O CONTEÚDO DO POST FALA SOBRE O TEMA DO FILME E PODE SER CONSIDERADO POR ALGUNS COMO SPOILER.
O filme que falaremos hoje é o adorável "Milk - a voz da liberdade", estrelado por Sean Penn e dirigido por Gus Van Sant. O drama, conta a vida de Harvey Milk, ativista do movimento gay dos EUA que lutou incessantemente pelos direitos civis dos homossexuais americanos. Para isso conseguiu, depois de muitas tentativas, um cargo público, ficando mais próximo dos espaços de decisão e aproximando a luta do movimento gay do poder público. Milk foi o primeiro homossexual assumido a obter um cargo público nos EUA e reparem que isso foi há bem pouco tempo, década de 1970.
Assistindo o filme, só consegui pensar em uma coisa: como a nossa sociedade é hipócrita. Gritam aos quatro cantos que os homossexuais, as mulheres, os negros conseguiram alcançar muitos direitos e que há igualdade entre os seres humanos, mas na prática sabemos que ainda não é bem assim. Esses grupos tidos como minoria, ainda são vistos como os "anormais", os "diferentes". Ou estou mentindo? basta eu exemplificar com uma conversa que tive esses dias. Estávamos falando sobre o preconceito que as pessoas ainda têm com homens que fazem balé e uma ex-bailarina afirmou que não quer que seu filho homem pratique a dança, pois querendo ou não, é um espaço homossexual e ela tem medo que o seu filho "siga esse caminho". Quem assistiu o filme verá que na década de 1970 essa idéia era muito presente: homossexualidade é doença, pega! Incrível como as coisas não mudam, não é mesmo?
Mas, como nã
o pretendemos aqui fazer uma discussão política vou pulando para as minhas impressões acerca do filme. Sinceramente, não acho que ele tenha densidade suficiente pra vencer filmes como "O curioso caso de Benjamin Button" e "The Reader", apesar dele tratar de um tema bastante denso. Por outro lado, o filme tem um ar documental e biográfico que o torna diferente de outros filmes com temas reflexivos. Isso, o deixa, apesar de leve, muito interessante, pois vemos que o objeto do filme não é os direitos civis homossexuais, mas a vida de um homem espetacular que morreu por uma causa. Isso é lindo no filme, pois vemos um ser humano simples, de certa forma, tímido, mas que ao falar sobre a sua bandeira de luta se transforma em um homem forte e corajoso.A interpretação de Sean Penn está ótima, apesar de que em alguns momentos ele me lembrar o personagem (Sam) do filme "Uma lição de amor". Em outros momentos, algumas interpretações pareciam forçadas, artificiais, apelando para conhecidos esteriótipos ao falarmos de personagens homossexuais. Mas, isso dá pra superar. O que não consegui superar foi a bendita trilha sonora. Eu sei que o filme concorre ao Oscar de Melhor Trilha Sonora, mas não estou nem aí. Eu simplesmente odiei as escolhas feitas que não casavam com o teor dramático de algumas cenas. Mas, isto é a minha pobre opinião, não tô querendo dar uma de expert sobre trilhas sonoras.
Contudo, eu posso dizer que o filme é muito, muito, muito bom. Fazia tempo que não víamos nos cinemas filmes com um ar reflexivo escancarado como este. Vale a pena ir ao cinema pra ver Sean Penn interpretando a vida de um cara que merece o apaluso de pé de todos os cidadãos do mundo. O planeta Terra com certeza precisa de mais pessoas como o Harvey Milk.Fiquem com o trailer do filme e até a próxima semana!
Vocês conseguem adivinhar quem é quem lá na foto de cima? Mas, nem se animem porque ainda não é chegada a hora de revelarmos nossas identidades secretas. Só um aviso, Sheylyanne Butterfly está na foto também.
bjú
Myrianna
Sim, minha nota para o filme é R$ 6,00. Lembrando que damos notas aos filmes baseados nos valores dos ingressos de cinema para estudantes daqui de Natal/RN. O que varia entre R$ 0,00 a R$ 7,50, sendo este o valor mais alto dos filmes que comentamos.
Domingos de Pitangas - Tomb Raider: GAME OVER!

É com alegria e muita, muita surpresa que digo: Tomb Raider morreu! Estou falando isso porque acabo de ver o filme "A troca", do Clint Eastwood, protagonizado por Angelina Jolie... Ao começar a assistir o filme estava morrendo de medo da Angelina estragar o drama com aquele “bocão”, “olhão” e todos os outros aparatos sexys que ela possui, mas fui subitamente tomada pelo espanto assim que vi a moçoila com visual anos 20. Ela era outra! E não só fisicamente, a interpretação dela foi fenomenal. O rosto dela acompanhou cada fase do drama, cujo a mãe ao chegar do trabalho nota ter ser filho desaparecido e começa então uma luta contra os órgãos do estado, que tentam convencê-la que o garoto que eles trouxeram de volta é realmente seu filho e que ela está louca... Daí então um emaranhado de situações fazem do filme uma obra densa, intensa , triste, muito triste (chorei uns 2 litros) e realista acima de tudo(a obra foi baseada em fatos reais). A fotografia escura do filme ajudou bastante na construção desse drama, apesar que a achei um pouco exagerada em algumas cenas, mas nada que tenha tirado o mérito do filme. Confesso que tinha um certo preconceito com a Sra. Pitt, mas ela provou saber mais que criar/adotar/gerar/ninar/amamentar/... crianças... Ela sabe atuar! Hehehehe.
Bjokas
Débs.
=)
Bjokas
Débs.
=)











