Filme de Battlestar Galactica

E começando a nova fase deste blog (a partir de agora com posts diários) vamos falar sobre o filme e o telefilme de Battlestar Galactica. A série que primeiramente foi ao ar na década de 1970, fez o maior sucesso em sua nova versão que iniciou em dezembro de 2003 com a exibição, no Canal SciFi , da minisérie que remonta ao período em que o armistício de 40 anos entre humanos e cylons foi quebrado por estes últimos. O sucesso foi tanto que decidiram continuar com o projeto e em 2004 a 1ª de 4 temporadas foi ao ar nos EUA.



Logo que a série chegou ao fim, notícias sobre um telefilme e sobre uma nova série começaram a surgir. Esta será Caprica que teve um especial disponibilizado em DVD e para download no dia 21/04 deste ano e que contará a história da colônia mais de 50 anos antes dos acontecimentos de Battlestar Galactica. Não preciso nem dizer o quanto nós, fãs da série, ficamos felizes.

Com relação ao telefilme, as notícias são bem poucas, mas ele sairá em novembro deste ano no canal SciFi. Além dele, essa semana soubemos pela imprensa que a Universal Pictures irá produzir um filme sobre Battlestar Galactica. E é sobre essas duas últimas notícias que iremos falar logo abaixo.

The Plan é o nome do telefilme que estréia na tv americana em novembro deste ano. Porém, o seu lançamento oficial será no dia 27 de Outubro apenas em DVD. Uma boa estratégia para vender DVDs, diga-se de passagem. Imaginem se isso vira moda? Mas, voltando ao telefilme, ele promete ser tão bom quanto a série. Terá duas horas de duração e mostrará do ponto de vista dos Cylons como se deu a quebra do cessar fogo de mais de 40 anos entre eles e os humanos. Promete-se que ficaremos sabendo qual era realmente o plano dos cylons.


A direção do telefilme será feita por Edward James Olmos que interpretou o Comandante Adama durante a série de 2003. O roteiro será escrito por Jane Espenson que foi o produtor executivo da série e que, segundo dados do Imdb, tem bastante experiência com ficção-científica. Dentre seus mais recentes roteiros temos Caprica, alguns episódios de Dollhouse, Eureka, da própria Battlestar Galactica, Buffy e até mesmo de séries teens (o que pra mim foi uma surpresa) como The O.C. e Gilmore Girls. Enfim, ele sabe escrever pra TV, não é mesmo? Já no elenco poderemos rever alguns atores muito queridos da série como: Tricia Helfer (Number Six), Edward James Olmos (Adama), Grace Park (Boomer), Kate Vernon (Ellen Tigh), Michael Hogan (Tigh) e muitos outros. A lista completa você encontra aqui. Enquanto não estréia, curtam o trailer que já mostra que teremos fortes emoções a la BSG, claro!


Essa semana, como disse lá em cima, fui surpreendida com a notícia de que Bryan Singer irá dirigir o filme Battlestar Galactica para a Universal Pictures.
Até o momento o que sabemos é que o filme será uma continuação dos eventos da série original (quem tem pra me emprestar, por favor?) que foi ao ar na década de 1970. Este já era um projeto do diretor desde o início de 2001, mas foi suspenso e só retomado agora. Talvez tenha sido até melhor assim, pois com o sucesso da série de 2003 muito mais fãs sonham com o dia em que o filme de BSG chegará às telas de cinema. Contudo tenho que dizer que eu tenho medo, pois, segundo o site da Variety, o filme será "a complete reimagination." Espero que não estraguem a história, pelo amor aos deuses de Kobol!


Na produção do filme teremos Glen Larson que foi produtor consultivo e roteirista de alguns episódios da série mais recente e criador da série da década de 1970. Menos
mal, não é mesmo? Espero que com isso a história não perca a sua essência. A primeira versão do roteiro foi feita por Josh Schwartz, criador das séries Gossip Girl, The O.C. e Chuck. Eu até gosto das séries, especialmente da última, mas daí esperar que o roteiro de uma ficção-científica como BSG seja bom, vindo dele eu já não posso dizer. Confesso: tenho muito medo! Outra coisa que saiu esses dias sobre o filme é que Singer andou conversando com Justin Timbarlake, mas não se sabe se seria pra que ele venha a atuar nesse filme ou em outro projeto do diretor. Vamos ficar no aguardo.

Assim que tivermos mais novidades voltaremos pra falar por aqui, ok? Por enquanto adimirem essa imagem abaixo. É muito linda!

Agora vou voltar ao meu projeto de TCC e aguardem que ainda hoje vocês poderão ver um post sobre House.

bjú

Adeus Battlestar Galactica

Esta foi a última vez que vimos Adama, Tigh, Lee, Starbuck, Gaius, Athena, Hera, os modelos 6, 8, os Final Four e tantos outros personagens que com certeza marcaram a história da ficção-científica na TV.

É com pesar, mas com um sentimento de satisfação que a série Battlestar Galactica chega ao fim. Muito se especulava sobre como seria o seu final e tenho certeza que Ronald D. Moore (que aparece quase na última cena) surpreendeu todos. A maioria das perguntas de 4 anos de série foram respondidas, talvez as que não foram, como a relevância do cylon daniel, realmente não eram importantes para a trama. Eu realmente espero que Lost consiga chegar nesse ponto e resolva todas as interrogações.

Quando comecei a escrever este post fiquei preocupada porque são muitos aspectos que a série aborda e todos eles retornam em Daybreak I e II (series finale). Então, resolvi falar de alguns deles, sem tentar fazer uma resenha completa, mas que apensa mostre algumas coisas que foram surpreendentes e maravilhosas pra mim. Já vou avisando que este é um post com SPOILERS sobre a série, não tinha como ser de outro jeito. Então vamos lá, sem mais delongas.

No decorrer de toda a série a frase "Tudo isso aconteceu antes e tudo isso voltará a acontecer" estava sempre presente. A idéia de que somos guiados por um poder maior, que temos um destino sempre foi forte e não seria diferente no final. Com os flashbacks dos principais personagens, percebemos que se não fossem aquelas escolhas, eles não teriam conseguido chegar à "Terra". Tudo poderia ter sido muito pior. Os cylons poderiam ter exterminado a humanidade e nós não estaríamos aqui ou estaríamos, mas de outra maneira. E antes de continuar seria bom falar um pouco sobre a história da série:

Em uma galáxia muito longe da nossa, existia uma civilização humana que criou robôs que depois de um tempo se desenvolveram e viraram-se contra seus criadores, inciando uma guerra entre humanos e cylons (os tais robôs). Depois de uma trégua de 40 anos os cylons que tinham abandonado as colônias humanas retornam e tentaram exterminar toda a vida humana, porém os sobreviventes, alguns poucos mil, lutaram para continuar vivos e encontrar um lugar para se estabelecerem. O nome deste lugar é TERRA. Então, passei todas as 3 primeiras temporadas esperando ver da janela do meu quarto a Galactica chegando com todas as outras naves. Mas, eis que chega a quarta temporada (primeira parte) e mostra uma terra totalmente devastada, sem possibilidade de haver uma fixação dos sobreviventes naquele lugar. Todos ficam então à deriva, à espera de um novo lugar. Hera, filha de um humano com uma cylon começa a ganhar destaque e iniciamos o processo de finalização da saga. Porque essa menina é tão importante? Antes de adentrar aí, terminemos o resumão da série. Após todo um conflito digno dos melhores episódios de sci-fi, finalmente Kara leva os últimos sobreviventes cylons e humanos a um lugar habitável que eles nomeiam de "Terra", em homenagem ao outro planeta que eu falei antes. Cento e cinquenta mil anos depois, vemos nós (eu e você leitor deste blog), em uma planeta cheio de consumismo, disputas militares, desenvolvimento tecnológico, enfim, tudo que havia nos planetas humanos que foram destruídos pelos cylons. A mesma cobiça, a mesma violência. Como se estivéssemos em um cliclo vicioso e nada pudéssemos mudar. O massa é que não teria jeito de eu ver a Galactica chegando pela minha janela, primeiro porque eles pousaram na Austrália (eu acho) e segundo porque eles chegaram aqui há 150 mil anos. kkkk

Mas voltando ao lance de que "Tudo isso aconteceu antes e tudo isso voltará a acontecer" , é importante destacar, pois é com essa idéia que todo o roteiro da série foi trabalhado. No final das contas, todos tinham um papel para o desenrolar da história. Nada do que foi feito ou dito em momentos anteriores poderia ter sido diferente, pois era tudo ação do destino. O engraçado é que, mesmo assim, 150 mil anos depois, tudo parece, realmente, caminhar para o cenário de destruição que vemos na primeira temporada de BSG. Mas, mesmo assim a própria Caprica ( ou a lembrança dela, não sei) afirma nas últimas cenas que não necessariamente as coisas tornarão a acontecer da mesma maneira. É como se ainda existisse esperança para nós.

Nessa história de destino foi legal, finalmente descobrirmos o papel de Gaius Baltar. Ele que facilitou o quase extermínio da raça humana, no fim das contas é um dos principais personagens para levar a humanidade ao descanso em um novo lar. É como se toda a maldade, na verdade, não fosse maldade, mas uma confusão individual, pois ele sabia que tinha um papel importante na história da humanidade, mas ele não sabia o que era. e pra surpresa de todos, inclusive a dele, o papel destinado a ele não era algo ruim, mas sim algo que o redimiu de suas ações no passado.

A importância de Kara também é muito legal. Após a sua morte, ela retorna e fica sem saber o que ela realmente é,:um anjo, um demônio, um cylon... E neste episódio a vemos como um importante instrumento para levar a humanidade ao seu fim, na nova Terra. Todos pensávamos que ela levaria todos para morte, mas na verdade, ela levou à morte todo aquele conflito. Foi muito boa a resolução para a personagem. Sem contar que toda a força e coragem da antiga Starbuck está de volta neste episódio.

O comandante Adama estava tão bem quanto em todos os outros episódios. Foi ótimo vê-lo sem a sombra do alcoolismo, mas como um verdadeiro líder. Lee Adama também esteve ótimo neste último episódio. Logo que deixou de ser um militar para ser um político, confesso que achei que o personagem perdeu muito, pois acabou ficando apagado, mas a sua útlima performance me fez relembrar tudo o que ele é: político, militar, um ser humano com valores tão importantes paraa humanidade que tudo veio à tona em um só episódio. Especialmente, quando ele diz que ao invés de ensinar aos nativos sobre tecnologias, armas, eles deveriam ensinar apenas os bons valores. A Roslin também esteve ótima, cumprindo a profecia que dizia que ela estaria lá, levando todos para o novo lar, mas que ela não viveria para desfrutar daqueles novos dias.

Isso me faz lembrar de outro aspecto da série que sempre foi destacado: o conflito entre monoteísmo (dos cylons) e o politeísmo (dos seres humanos). A resolução para o grande questionamento se há um deus ou se, na verdade, são vários deuses, não foi respondida. por outro lado, ficou claro que nada disso importa. Mas, com certeza, esse conflito influenciou na civilização deste planeta que vivemos. Ou você não lembra da história das primeiras civilizações?

Pra finalizar este post, não poderia de deixar aqui escancarada a satisfação pela solução para a personagem Hera.

Ficamos sabendo do papel dela (só na última cena), quando vemos, Caprica e Baltar, 150 mil anos depois, ouvindo a notícia de que foi encontrado o fóssil do que parece ter sido uma das nossas primeiras ancestrais e o que tudo indica ela era uma jovem mulher, ou seja, Hera. E porque isso tem importância? Simplesmente pelo fato de que nós, na verdade, somos decedentes da junção de DNA cylon com DNA humano. E a mensagem final que isso nos deixa, pra mim, é muito mais importante do que as cenas em que vemos os robôs começando a ficarem mais desenvolvidos e parecendo que tudo vai acontecer novamente, como diz a profecia. A mensagem a que me refiro é de que a intolerância só leva a um ciclo de violência, não importa se somos diferentes, o mais importante é vivermos juntos, respeitando essas diferenças, porque no final de tudo, somos todos iguais, independente de religião, sexualidade, raça. Isso pra mim foi uma das coisas mais legais.

É uma pena que a série tenha acabado, mas, como disse no início, fiquei muito satisfeita com o desfecho desta saga. Fico agora com a tarefa de ver os episódios da série na década de 70 enquanto a spin-off de BSG, Caprica, não chega e enquanto o telefilme de BSG também não é lançado. Vamos aguardar.

Fiquem com a música que foi uma das responsáveis pela chegada deles aqui no nosso planeta: "All Along the Watchtowover" de Bob Dylan, na cena em que Starbuck relembra das notas musicais. E espero os comentários sobre outras coisas que não deu pra falar por aqui.



Bjú

Quartas do Escurinho


Olá!

Mais uma semana e estamos aqui, quase na quinta-feira, rsrsrs. Mas, um dia isso muda, prometo.

Prometi falar sobre Star Wars, mas o texto que eu tinha escrito desapareceu do meu computador, então irei falar sobre a série Battlestar Galactica (BSG) que não é um filme, bem que poderia ser, mas que é sci-fi do mesmo jeito. Então nerds de plantão ou metidos a nerd, como eu, fiquem atentos!

BSG conta a história da luta entre seres humanos e Cylons (tipo de robô que se desenvolveu a partir de uma criação humana). Quando os Cylons resolvem se vingar dos seus criadores, a guerra é instaurada e começa a jornada dos humanos à procura da Terra Prometida: chamada por eles de Terra. É muito interessante este fato, nós, telespectadores, parecemos que não somos humanos; e o lance deles procurarem um lugar com o nome do nosso planeta é fantástico, parece que a qualquer momento a gente vai ver no plantão da Globo o anúncio de uma nave espacial chegando por aqui.

Além disso, a série é recheada de referências bíblicas (mas não é uma série gospel, diga-se de passagem), pra explorar o ponto de vista social e filosófico da espécie humana ameaçada de extinção pelos Cylons, bem como o ponto de vista destes últimos que, na verdade, é muito parecido com o nosso modo de ver o mundo. E quando digo nosso, quero dizer nós que estamos vendo a série. Um exemplo disso é quando fica bem claro que os Cylons acreditam em um deus único e os humanos acreditam em vários deuses.

Pra quem tá acompanhando a série e o seu retorno já ficou chocado com algumas revelações. Só tenho uma coisa a dizer: a revelção do 5º Cylon foi muito fraca. Esperava mais do roteiro. Mas, tem algo que me intriga: qual será o papel de Starbuck na trama? Sabemos que é algo muito importante e fiquei muito curiosa, principalmente porque todos os Cylons já foram revelados.

Enfim, quem ainda não viu tá na hora de correr pra baixar a série que terá uma spin off chamada "Caprica" e que focará na história que antecede os fatos de Battlestar Galactica. Vai ser massa! Tenho certeza!

Fiquem com um promo especial da 4ª temporada de BSG.



bjú

A sina da ficção científica


Parece uma coisa... Essa história de ficção científica, de robôs querendo dominar o mundo parece que tá virando uma sina em minha vida.

Tudo começou quando assisti The Sarah Connor Chronicles e gostei. Pronto! Começou a "descambestar"... Vi O Exterminador do Futuro I e II pra tentar entender um pouco mais a série. OK! Gostei!

Tava passando os canais do Telecine alguns dias depois e estava passando Jornada nas Estrelas (não lembro qual) e vi a parte final e também gostei.

Outro dia, novamente passando os canais do Telecine, vi que iria começar Jornada nas Estrelas - The Next Generation (ou algo do tipo, já com o "Prof. Charles" como um dos protagonistas, rsrsrsrsrs). Desculpem, mas ainda não assisti e decorei todos os filmes da Jornada. Observação: também gostei muito!

Comecei então a procurar séries no computador pra ver qual seria a próxima vítima (tô numa fase de devorar séries) e tava lá, numa pastinha cheia de poeira e teia de aranhas, Battlestar Galactica. Já tinha visto a mini-série e tinha gostado, mas tinha esquecido o restante dos espisódios lá. Resolvi retomá-los depois de um post de Mateus e não consigo mais parar. A série é muito boa, não vou nem entrar no mérito porque o nosso colega Mateus já listou as coisas ótimas que ela tem (roteiro, atuação, efeitos especiais, o argumento... hehehe não resisti).

Aí hoje tava catucando o celular do meu pai e quando eu recebi uma chamada, além do toque do telefone uma coisa me surpreendeu: o celular disse o nome da pessoa que tava ligando. Certo, certo, talvez isso não seja lá assim tão novo, mas dentro do contexto que vivo nas últimas semanas não pude resistir a um pensamento: cara, até que não é tão improvável que um dia as máquinas (sejam cylons ou ciborgs) tenham vida própria e queiram destruir a vida humana. Aliás, a série Battlestar Galactica, trata o valor da vida humana de uma maneira tão religiosa e espiritual que é interessante de se ver. Sempre fica a questão: até que ponto os seres humanos merecem continuar vivendo?

O fim da espécie humana provocada pela vingança ou dominação robótica pode até tá perto de chegar. Mas, enquanto isso eu vou ficar só assistindo mais ficção científica e ficando mais paranóica ainda, rsrsrsrsrsrsrs.



bjú!

;)

Vício de férias.


Eu nunca tinha prestado muita atenção ao seriado Battlestar Galactica, sempre ouvi falar bem, mas como nunca tinha conhecido alguém que gostasse, ou me animado com o fato de ser uma série de ficcção científica, e portanto cheia de efeitos especiais, e portanto uma grande candidata a ser uma Smallville do espaço, com os efeitos mais trashs e toscos só perdendo pra nossa pérola da televisão brasileira, Mutantes; eu nunca fui atrás de acompanhar o seriado.


Mas essa semana, ao visitar a casa de mais uma prima que eu não via há tempos e que casou no início desse ano, estava fuçando na coleção de dvds copiados dela e do marido (sem mentira, tem uns 150 dvds que eles alugaram e fizeram cópia, todos juntos naquelas caixinhas de dvds, sem capa ou fotinha, apenas o nome dos filmes e séries, muito sem graça mas muito prático) e achei os dvds da primeira temporada de Batlestar, emprestei na hora.


Resultado: o seriado é brilhante e viciante. Na verdade, a ABC fez primeiro um especial de 3 horas de duração em 2003 pra ver se vingava e se os fãs iriam se agradar o suficiente pra série se transformar num sucesso. Na verdade a série já tinha sido bem sucedida, nos anos 70 foi criada a primeira versão, que apesar de bem feita não passou de uma temporada porque os cenários eram muito caros e os efeitos também. Depois rolou uma continuação nos anos 80, que até vingou mas não era tão bem feita assim, e a história acontecia anos depois da primeira. Mas em 2004 o seriado veio com força e ganhou credibilidade suficiente pra continuar.


A premissa é simples, os humanos vivem em um planeta chamado Kobol, com 12 colônias habitadas, e com robôs chamados Cylons (ou Cilônios, como designou a TNT em sua dublagem péssima e que acabou ficando na legenda também) que auxiliavam os humanos e se rebelaram por terem ficado mais inteligentes que nós. Aí rola toda uma guerra, e os humanos mandam os Cylons prum outro planeta, mas eles melhoram sua tecnologia, adquirem aparência humana e voltam pra destruir geral. Nisso, a Galactica, uma das naves imensas de guerra, se salva e com mais 50.000 humanos que também sobreviveram ao ataque, partem do sistema solar de Kobol em busca da lendária 13ª colônia humana conhecida como Terra. E os Cylons, claro, atrás de todo mundo.


Legal né? Mas a série não só é legal como é bem escrita, tem conflitos interessantíssimos como a relação conflituosa da presidente dos humanos, com o comandante da Galactica, porque afinal de contas, numa situação dessas quem deve ter mais poder, o cara que tem as armas pra defender todo mundo, ou a representante diplomática de uma raça quase extinta? Tem também a ameaça de Cylons infiltrados no meio dos humanos já que aparência deles agora é igual a nossa. Deixando um clima meio 24 horas no ar. A série é muito legal e tem uma abertura pra tratar sobre temas muitos profundos sob uma ótica diferente mas não menos palpável do que os conflitos mais "reais" de séries que não se passam no espaço. Sem falar que os efeitos, apesar de não serem fantásticos, porque afinal de contas, é uma série semanal, são muito bons, e as lutas entre naves sempre fica bem produzida fazendo a gente sofrer com tantas explosões e tal. Aquele clima de Star Wars que quem gosta dos filmes, com certeza vai gostar de Battlestar.


Vale a pena assistir. A série está atualmente na quarta temporada, que teve sua primeira parte exibida no final de 2007 e início de 2008, e a segunda parte, que também vai finalizar a série, vai ser transmitida só próximo ano. Então, dá tempo de todo mundo baixar o seriado e acompanhar tudo até o próximo ano.

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