Quartas do Escurinho: filmes que dizem ser uma coisa e não são

Hoje, no Quartas do Escurinho acho melhor você nem se animar muito. Vou falar sobre dois filmes que não recomendo a ida ao cinema.

O primeiro deles é "Austrália" que, sinceramente, dá vontade de dormir, principalmente no escurinho e gelinho do cinema.


O filme conta a história de ... hummm. O que é mesmo? Qual a história? ... Bem, podemos dizer que o filme é bem eclético, pra não ser maldosa. Tem história pra todos os gostos. Em quase 3 horas de duração vemos a clássica história da aristocrata besta que se apaixona pelo bruto selvagem dos matos, vemos histórias de um verdadeiro western, vemos um drama de guerra... quê mais? ... Vemos uma fábula e muito mais. Por essas e outras o espectador se cansa e sai do cinema sem entender direito qual é a do filme. Parece até Grey's Anatomy nas primeiras temporadas, é um drama apenas ou é um drama médico ou é uma tentativa de inovar a tradicional e sensacional ER. Pois bem, saímos da sala do cinema sem entender o gênero do filme. Mas nem só de coisas ruins é feito este filme: do meio pro final a atuação de Nicole Kidman volta a ser tão boa quanto seus outros filmes (não vou mentir, eu realmente acho a Nicole uma ótima atriz). O Hugh Jackman (que também gosto muito) está muito bem, mesmo com aquela cena brega dele tomando banho no meio do mato, mas isso não é culpa dele, é da direção/roteiro. E palmas para o boyzinho que parece ser o personagem principal em alguns momentos, isso também é confuso. Em resumo: Austrália quer ser um Épico, gastou como um, mas não chega nem ao pé de ser um clássico épico do século XXI. Talvez se eles tivessem parado o filme quando eles chegam na cidade com os cavalos, as coisas tivessem sido um pouco melhores.

O outro filme desta Quarta do Escurinho é "Sim, Senhor" estrelado por Jim Carrey.


Então, sem muitas delongas, só tenho algumas observações: o filme diz ser uma comédia, mas só conseguiu me tirar apenas alguns sorrisos; é "um clichê em pessoa"; Jim Carrey está velho demais pra fazer as clássicas caras e bocas que, diga-se de passagem, odeio, prefiro ele em dramas (o eterno Máscara é um saco); e depois, nos créditos finais, a cena não acrescenta em nada, só deixa a gente com mais raiva. Mas teve uma coisa que eu gostei: eu revi o Bradley Cooper, o eterno e querido (pelo menos pra mim) Will Tippin de ALIAS. Não que ele seja um primor de ator, mas é porque o personagem dele em Alias era muuuuuito bom e eu quase morri quando ele saiu da série. Ainda bem que ele volta em episódios esporádicos (pouquíssimos) nas últimas temporadas.

Bom pessoal era isso! Aguardem a próxima quarta-feira porque vamos falar de ficção científica (adoro!!!).

bjú

1 comentários:

deban_bee disse...

Tem uma coisa que os dois filmes tem em comun: chroma key mal feito!!!

 
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