Estreou dia 16 de abril, na Globo, o seriado policial “Força Tarefa”, do roterista e jornalista Marçal Aquino. Insistindo na fórmula usada em “A Justiceira”, de 1997, o autor tenta trazer pras telinhas suas vivências como jornalista policial, mas não está vingando.



Cenas de ação sem emoção e sem ritmo, que não causam apreensão no telespectador, planos óbvios e atuações desastrosas (destaque para Murilo Benício) foram as impressões que me arrebataram nos primeiros 15 minutos do segundo episódio. Dei mais uma chance ao seriado por acreditar no investimento alto que a Rede Globo fez e sua experiência em produção... Novamente a frustração. O enredo é fraco e clichê: Lista negra, bandido indo procurar o policial bonzinho, policiais corruptos, sem contar as tomadas copiadas (de forma tosca e vergonhosa) dos seriados americanos. O Brasil tem uma identidade muito bem firmada na dramartugia, não acho que os autores encontrem tamanha dificuldade em retratar, com qualidade, esses fatos que enchem os nossos noticiários todos os dias. Creio que falta ousadia a “Força Tarefa”. E sal. Muito sal!!!

No próximo Domingos de Pitangas, escreverei sobre mais um seriado da temporada 2009 da rede Globo: “Tudo Novo de Novo”. Até lá.

Beijokas,

Débs.

2 comentários:

O Cara da Locadora disse...

Eu vi o primeiro episódio para nunca mais, uma das coisas mais chatas e tediosas que já aconteceu na minha vida, rs...

Débora Moura disse...

pois eh... pelo post deu pra notar que eu concordo com vc, né? hehehe

 
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